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Sabado, 18 de Abril de 2026

Policial

Policial é morto com tiro na cabeça na frente do filho após discussão no trânsito com outro PM

Uma testemunha disse que viu o momento em que o atirador desceu de uma picape e atirou contra Cleber

Newto Santos
Por Newto Santos
Policial é morto com tiro na cabeça na frente do filho após discussão no trânsito com outro PM
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tenente da Polícia Militar, Cleber dos Santos Santana, de 42 anos, foi assassinado com tiro na cabeça na frente do filho de 4 anos, após discussão no trânsito com outro militar, um major aposentado, conhecido como Pereira da Silva, que fugiu do local. As informações são do portal G1 Amapá.

crime aconteceu na manhã da última quinta-feira (24) no cruzamento da Rua Odilardo Silva com Avenida Cora de Carvalho, no Centro de Macapá, no Amapá.

Suspeito do crime, o major da reserva remunerada Joaquim Pereira da Silva, da Polícia Militar (PM) do Amapá, se entregou na Delegacia de Homicídios, na Zona Norte de Macapá, na manhã desta sexta-feira (25).

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O major deu entrada na DH acompanhado de advogado e foi ouvido pelo delegado sendo liberado em seguida em função de não ter tido prisão em flagrante.

Uma testemunha que não se identificou disse que viu o momento em que o atirador desceu de uma picape e atirou contra o tenente. "Eu estava parado bem no cruzamento e estavam duas pessoas no carro comigo. Uma senhora e a filha dela. Só ouvimos cinco disparos, mas não sabíamos de onde era. Desconfiamos até que fossem fogos. Enxerguei um senhor atrás de uma picape, que estava de chapéu e uma camisa listrada, estava atirando de trás de uma picape no carro branco", contou.

A Polícia Civil ainda busca entender a motivação do ataque de fúria do acusado que atirou no carro em via pública, num trecho movimentado.

filho de 4 anos do tenente não se feriu. Um vídeo compartilhado em redes sociais mostra o militar da reserva apontando a arma para o veículo do tenente.

Kleber atuava na Casa Militar da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) e deixava o filho na escola no momento da ocorrência. Para a Polícia Civil, o atirador assumiu o risco de matar, tanto do tenente quanto da criança.

(Luciana Carvalho, estagiária, sob supervisão de Keila Ferreira, Coordenadora do Núcleo de Política)

FONTE/CRÉDITOS: O liberal
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