Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 16 de Setembro 2026
Cidades

Pará registra 1.233 estudantes indígenas no ensino superior

A educação escolar indígena é importante para que eles, possam obter a formação necessária para que eles possam levar conhecimento seu povo

Newto Santos
Por Newto Santos
Pará registra 1.233 estudantes indígenas no ensino superior
Reprodução
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O Estado do Pará registra 1.233 estudantes indígenas no esino superior. São 448 indígenas na Universidade Federal do Pará (UFPA), 399 na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e 145 na Universidade do Estado do Pará (Uepa). Na Uepa, são 100 alunos no Curso de Licenciatura Intercultural Indígenas; 33 no Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar Indígena – PPGEE/Uepa/UFPA-Ufopa-Unifesspa, e 12 alunos indígenas aprovados no Processo Seletivo 2023 da Uepa, em diversos cursos.

Há, também, 185 estudantes na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), 14 alunos no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) e 42 da Universidade da Amazônia (Unama).

Essa temática de cidadãos indígenas fazendo cursos superiores foi abordada no evento “Belém Mairi – Conquistas e (re)existência dos povos indígenas”, promovido pela Prefeitura de Belém no Centur, nesta quinta-feira (13), no Centur. A professora Joelma Alencar, do Núcleo de Formação Indígena da Uepa, destacou que nessa instituição funcionam duas formas de povos indígenas ingressarem no ensino superior.

Leia Também:

Uma delas são as cotas étnico-raciais, por meio do sistema do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a licenciatura específica, cursos específicos, correspondendo à Licenciatura Intercultural Indígena. No caso, cursos de Técnico de Enfermagem (projetando) e Gestão Pública para Lideranças Indígenas.

“A educação escolar indígena é importante para que eles, indígenas, possam obter a formação necessária para que, na perspectiva da sua profissão, possam retornar com todo o conhecimento que adquiriram para ajudar na luta e resistência do seu povo e da sua comunidade”, salientou a professora Joelma Alencar.

Conhecimento que muda a realidade

O professor Wender Tembé atua como coordenador de Educação Indígena, de Imigrantes e e Refugiados, da Secretaria Municipal de Educação (Semec). Para ele, “os indígenas estavam escondidos em suas reservas indígenas, não saíam, quem falava por eles era a Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) e a sociedade não sabia o que a gente sentia, o que queria, e a gente só foi adquirir mais conhecimento quando os indígenas entraram na universidade”.

São atendidos pela Semec 241 indígenas da etnia Warao, da Venezuela, e 17 indígenas brasileiros de várias etnias. No IFPA, 42 indígenas fazem cursos técnicos.

 

Fonte: O Liberal

FONTE/CRÉDITOS: Portal Jamanxim
Newto Santos

Publicado por:

Newto Santos

O Portal Jamanxim tem um trabalho incessante pela disseminação de informações relevantes e confiáveis para a sociedade paraense. Fundada com o propósito de ser uma voz autêntica e imparcial no cenário midiático da nossa região.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Portal Jamanxim
Envie sua mensagem com matéria estaremos respondendo assim que possível ; )