Um empresário do setor madeireiro foi preso em flagrante após tentar subornar um agente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama) durante uma fiscalização ambiental no município de Anapu, no estado do Pará.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o empresário Alexandre Quartezane Piol, proprietário da empresa AP Madeireira Ltda, ofereceu R$ 100 mil ao servidor do órgão ambiental para tentar evitar autuações relacionadas a irregularidades encontradas em sua madeireira.
Fiscalização encontrou madeira sem identificação
A ação ocorreu após agentes do Ibama realizarem uma inspeção no pátio da empresa, que havia sido previamente notificada a apresentar o romaneio da madeira armazenada. Durante a vistoria, foram encontradas cerca de 2.200 toras de madeira, muitas delas sem identificação individual e sem comprovação de origem legal, o que indica possíveis irregularidades na cadeia de custódia do produto florestal.
Ao perceber que seria autuado pelas irregularidades constatadas, o empresário tentou oferecer a quantia de R$ 100 mil ao fiscal responsável para que o procedimento de fiscalização fosse favorecido.
Prisão em flagrante
O agente ambiental recusou imediatamente a proposta e comunicou o caso às autoridades. Em seguida, o empresário teria apresentado R$ 3.500 em dinheiro como adiantamento da vantagem indevida, momento em que recebeu voz de prisão em flagrante por corrupção ativa, crime previsto no artigo 333 do Código Penal Brasileiro.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal em Altamira, onde permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais.
Combate a crimes ambientais
A operação reforça o trabalho de fiscalização realizado por órgãos ambientais na região amazônica, considerada estratégica no combate à exploração ilegal de madeira e a outros crimes ambientais. As autoridades destacam que tentativas de suborno a agentes públicos configuram crime grave e são tratadas com rigor pela legislação brasileira.
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