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Brasil deixa time das 10 maiores economias do mundo, mostra FGV

Estudo aponta que Brasil fechará 2020 como a 12ª maior economia, ultrapassado por Canadá, Coreia do Sul e Rússia

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A crise de 2020 deverá confirmar a saída do Brasil do grupo das dez maiores economias do mundo, como já mostrou outro levantamento do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), de outubro do ano passado.

Segundo o estudo, o País deverá fechar o ano como a 12ª maior economia em termos de valor do PIB, ultrapassado por Canadá, Coreia do Sul e Rússia.

O resultado oficial do PIB (Produto Interno Bruto) - soma de todos os bens e serviços - do Brasil será divulgado nesta quarta-feira (3), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As estimativas apontam para uma queda na casa dos 4%.

"Fica muito claro que o Brasil tem algum problema crônico e interno. É uma questão doméstica muito grave, que atribuo aos problemas que existem na gestão do Executivo e do Congresso, conflitos que persistem ao longo do tempo", diz o economista-chefe da agência Austin Rating, Alex Agostini.

Fonte

R7
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Brasil deixa time das 10 maiores economias do mundo, mostra FGV

02/03/2021 14:35


A crise de 2020 deverá confirmar a saída do Brasil do grupo das dez maiores economias do mundo, como já mostrou outro levantamento do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), de outubro do ano passado.

Segundo o estudo, o País deverá fechar o ano como a 12ª maior economia em termos de valor do PIB, ultrapassado por Canadá, Coreia do Sul e Rússia.

O resultado oficial do PIB (Produto Interno Bruto) - soma de todos os bens e serviços - do Brasil será divulgado nesta quarta-feira (3), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As estimativas apontam para uma queda na casa dos 4%.

"Fica muito claro que o Brasil tem algum problema crônico e interno. É uma questão doméstica muito grave, que atribuo aos problemas que existem na gestão do Executivo e do Congresso, conflitos que persistem ao longo do tempo", diz o economista-chefe da agência Austin Rating, Alex Agostini.

Fonte: R7

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